Violência ativa nas escolas:

diálogos sobre um medo que ainda permanece.

 

    Para nós, segurança não é, exclusivamente, controle. É vínculo.

 

    O medo de ataques e a escalada da violência (bullying, agressões, ameaças) transformaram a escola em um lugar de tensão. A resposta comum tem sido a "militarização" do ambiente, mas esquecemos a raiz do problema: a violência muitas vezes é o grito de quem foi sistematicamente invisibilizado.

 

    A Proposta Âmbar: Aqui, o manejo do medo e do pânico é embasado na prevenção pelo acolhimento. Ajudamos sua escola a entender a anatomia da violência extrema e a construir uma Cultura de Paz ativa. Trabalhamos a função social do professor não como um agente de segurança, mas como agente capaz de identificar sinais e fortalecer o senso de comunidade.

 

O que sua equipe vai trabalhar:

 

Anatomia da violência: Entendendo o fenômeno dos ataques em massa e o perfil do agressor (isolamento, ressentimento e radicalização online).

 

Exclusão sistêmica: Como o individualismo, a cultura da meritocracia e a invisibilidade dentro da escola alimentam o ódio.

 

O Papel do professor: Limites e potências: como identificar sinais de alerta sem assumir responsabilidades de segurança pública ou psiquiatria.

 

Protocolos e sugestões: Estratégias de Justiça Restaurativa, escuta ativa e gestão de conflitos.

 

Para quem é: Equipes que desejam ir além das grades e câmeras, investindo na segurança relacional.