Avaliar não é provar, avaliar é aprender:
o erro como evidência.
Durante décadas, a escola retratou os povos indígenas como figuras do passado ou elementos folclóricos estáticos. Esta formação propõe uma atualização urgente: apresentar os povos originários como produtores de cultura, tecnologia e intelectualidade no passado e no presente.
A Proposta Âmbar: Acreditamos que um bom currículo reconhece a sofisticação das tecnologias de manejo ambiental, a profundidade das filosofias ancestrais e a potência da literatura indígena. Trazemos a "ciência da floresta" para dialogar de igual para igual com a ciência ocidental.
O que abordamos:
Indígenas no presente: Desconstrução de estereótipos (o indígena urbano, universitário, artista e político).
Literatura e autoria: Como trabalhar obras de Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Davi Kopenawa e outros autores em sala.
Tecnologia e sustentabilidade: A cosmovisão indígena como resposta a crises climáticas e sociais modernas.