Lei 11.645: Povos Indígenas brasileiros

e os saberes originários na sala de aula.

 

Durante décadas, a escola retratou os povos indígenas como figuras do passado ou elementos folclóricos estáticos. Esta formação propõe uma atualização urgente: apresentar os povos originários como produtores de cultura, tecnologia e intelectualidade no passado e no presente. 

 

A Proposta Âmbar: Acreditamos que um bom currículo reconhece a sofisticação das tecnologias de manejo ambiental, a profundidade das filosofias ancestrais e a potência da literatura indígena. Trazemos a "ciência da floresta" para dialogar de igual para igual com a ciência ocidental.

 

O que abordamos:

 

Indígenas no presente: Desconstrução de estereótipos (o indígena urbano, universitário, artista e político).

 

Literatura e intelectualidade indígena: Como trabalhar obras de Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Casé Angatu, Geni Nunes, Davi Kopenawa e outros autores em sala.

 

Tecnologia e sustentabilidade: A cosmovisão indígena como resposta a crises climáticas e sociais modernas.